Dublin: dicas para uma viagem bacana

Wellington Monument (Obelisk), Phoenix Park, em Dublin, Irlanda. Foto por Adriano Donato Couto.
Wellington Monument (Obelisk), Phoenix Park, em Dublin, Irlanda. Foto por Adriano Donato Couto.

Olá!

Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês as minhas experiências em Dublin! Mais especificamente, os serviços que utilizei durante a viagem e as informações necessárias para que sua viagem por lá seja mais tranquila.

No próximo post, comentarei sobre os locais que visitei e os que quero visitar quando voltar. Fique de olho!

Hospedagem

Optei por ficar em um hostel durante minha viagem. Aliás, foi a minha primeira experiência em um estabelecimento deste tipo.

O local escolhido foi o Generator Hostel Dublin, da rede Generator Hostels, presente em vários países do mundo.

O prédio é lindo, com um aspecto industrial. A decoração das áreas comuns é linda, o café da manhã (não incluso para acomodações compartilhadas) é bacana e o pessoal que frequenta também aparenta ser interessante.

Os atendentes são simpáticos e receptivos. Se der sorte, como é comum em toda a cidade, poderá até ser atendido por algum brasileiro!

Como primeira experiência em hostel, devo dizer que adorei o lugar! Apesar disso, é válido dizer que nem tudo são flores. Para que seja legal, depende muito também do pessoal que compartilhará o quarto com você.

No meu caso, tive alguns probleminhas! Havia pelo menos três rapazes roncando a todo vapor no quarto, mas eu estava cansado, então dormi bem. 😀

O mais bacana do hostel, além do estabelecimento em si, é a localização. Com poucos minutos de caminhada, você está na destilaria Jameson, no The Temple Bar ou em qualquer outra atração da região central da cidade.

Se você quiser ficar em outra acomodação, escolha algo dentro dessa região, pois assim não terá que usar transporte público toda hora.

A cidade é dividida em zonas. O Generator fica em Dublin 7, mas você também pode escolher algo em Dublin 8. As zonas mais centrais (e mais caras) são Dublin 1 e 2.

Independente da zona escolhida, jamais saia da área mais próxima do rio Liffey quando for escolher uma hospedagem. É ali que boa parte das coisas badaladas acontecem!

Locomoção

A partir do aeroporto, você tem algumas opções, dependendo do quanto você deseja gastar e do tempo disponível:

  • Dublin Bus (serviço comum): os tradicionais ônibus amarelos de dois andares de Dublin. O percurso custa 3,30 euros (preço em 09 de junho de 2019). Você pode comprar na hora, utilizando o valor EXATO em moedas. Eles não fornecem troco. Se pagou a mais (meu caso), perdeu.
  • Express (Airlink): ônibus verdes, com menos paradas do que o serviço tradicional de ônibus. O custo é de 6 euros (somente ida). O número da linha é 747. Pode ser comprado na hora, utilizando dinheiro (há troco). Início da rota no Terminal 1. Operado pela Dublin Bus.
  • Aircoach (serviço privado): os ônibus partem de ambos os terminais. Para o centro da cidade (O’Connell Street), custa 7 euros (somente ida). Também há troco e você pode ainda comprar online, no site oficial. Também é possível pagar com cartão por contactless na hora. O número da rota é 700.

Se você ficará na cidade por pelo menos três dias, vale avaliar a compra de um Leap Visitor Card. Diferente do Leap Card comum, o Visitor dá acesso ao Airlink, ao public bus (Dublin Bus comum), ao Luas (serviço de tram) e aos trens DART (dentro de Dublin). Inclusive no percurso entre o aeroporto e o centro da cidade no Airlink e no serviço comum, que citei acima.

O preço para 3 dias custa 19,50 euros. Há outras opções, que você pode conferir no link do site oficial. Pode ser adquirido no aeroporto (lojinhas SPAR ou no setor de informações aos visitantes do terminal 1) ou online, com remessa PAGA para o mundo todo.

Passeando de bike

Dublin não é uma cidade tão íngreme ou repleta de colinas, então passear de bicicleta é bem prático.

É bom lembrar que é SEMPRE esperado que você utilize as ciclovias se elas existirem na via onde você trafega. O uso de capacete não é exigido.

O serviço oficial é o dublinbikes, atualmente patrocinado pela Just Eat (rede de delivery de comida no estilo iFood).

O cartão de três dias de uso custa 5 euros e pode ser adquirido com cartão de crédito nas estações que possuam este recurso. Não são todas as estações com possibilidade de compra com cartão. Para a lista completa, consulte este link (as que têm terminal de cartão estão com dois asteriscos (**) ao lado do nome.

No momento da locação, você autoriza que seja garantida uma taxa de 150 euros em caso de não devolução da bicicleta em 24 horas. Isto será debitado apenas se não for cumprido o acordo no prazo.

É bom lembrar que você tem direito a percursos de 30 minutos sem cobrança. Para percursos maiores, uma taxa é cobrada. Verifique no site oficial o valor para cada período.

Se você sabe um pouquinho de inglês, não será complicado seguir as instruções para destravar a bicicleta nas estações. Basicamente, você precisa apresentar seu cartão, digitar uma senha e escolher a bike desejada.

Na volta, você encosta a bicicleta no totem de trava e uma luz verde se acenderá, informando que tudo está okay.

Uma estação típica da dublinbikes. Foto por Adriana Pellegrino.
Uma estação típica da dublinbikes. Foto por Adriana Pellegrino.

E é isso! Dublin é uma cidade maravilhosa e no próximo post eu conto sobre as atrações que eu visitei, além de locais importantes para muita gente, mas que não foram minha prioridade.

Arrivederci! 🙂

 

Este é o primeiro de três textos sobre o meu final de semana em Dublin.
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