Dublin: Phoenix Park, veados e outras coisas – dia 2

Alimentando veados em Phoenix Park - Dublin. Foto por Adriana Pellegrino.
Alimentando veados em Phoenix Park – Dublin. Foto por Adriana Pellegrino.

Começando o meu último dia em Dublin, minha amiga e eu pegamos bikes no sistema de aluguel da cidade e seguimos para o Phoenix Park. A localização do parque é de fácil acesso, em Dublin 8.

Dica: No texto com dicas para viajantes em Dublin, explico como você pode alugar uma bike por lá. 🙂

Ele é considerado o maior parque urbano da Europa, abrigando os famosos veados de Dublin, que estão por ali desde o século XVII. De início, eles estavam no parque para caça esportiva. Que bom que isso mudou, não é?

O parque também abriga a Residência do Presidente da Irlanda (Áras an Uachtaráin, em irlandês), a residência oficial do Embaixador dos Estados Unidos, o zoológico da cidade e diversos locais para a prática de esportes, além de áreas demarcadas para circulação de bicicletas.

Passeando por lá, minha amiga me apresentou as Phoenix Park Tea Rooms, que são basicamente uma casinha branca e toda envidraçada, que funciona como um café. Ela fica perto da avenida principal dali, a Chesterfield Avenue, mas deixo aqui a localização no Google Maps, caso você queira ir direto até o local.

Seguindo na via principal dentro do parque, à esquerda, é possível ver uma enorme cruz branca, The Papal Cross. Como o nome indica, se trata de uma cruz em homenagem ao papa. A cruz de metal, com 116 pés (por volta de 35,35 metros) de altura, foi erguida para a ocasião da visita do Papa João Paulo II em 1979.

Saindo da região do café, passamos pelo Wellington Monument, um obelisco de granito cuja pedra fundamental foi colocada em 1817, com conclusão do monumento em 1861. Foi feita em homenagem ao Duque de Wellington, Arthur Wellesley.

Wellington Monument (Obelisk), Phoenix Park, em Dublin, Irlanda. Foto por Adriano Donato Couto.
Wellington Monument (Obelisk), Phoenix Park, em Dublin, Irlanda. Foto por Adriano Donato Couto.

Saindo dali, fomos à Upper Glen Road, passando em frente ao St Mary’s Hospital. Perto do hospital, no gramado atrás dele, encontramos um rebanho de veados. Eles são super dóceis e amigáveis, não esboçando medo quando nos aproximamos. Se você tiver algumas cenouras na mochila e oferecer a eles, então, dá quase para fazer amizade. 😀

Veados em Phoenix Park, Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.
Veados em Phoenix Park, Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.

Saindo de lá, e já com bastante fome, fomos mais uma vez a uma referência brasileira na cidade, o Café Mineiro. Localizado em 13 Crown Alley, serve uma comida bem gostosa e tipicamente brasileira, incluindo coxinha, feijão tropeiro e brigadeiro.

Já com os estômagos abastecidos, seguimos até a Christ Church Cathedral. O primeiro documento manuscrito que cita este local data de 1030, só para se ter uma ideia.

Christ Church Cathedral - Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.
Christ Church Cathedral – Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.

Seguimos o passeio e passamos pela St Patrick’s Cathedral. Fundada em 1191, é a Catedral Nacional da Igreja da Irlanda.

Ao lado desta catedral, temos ainda o St Patrick’s Park, onde nós gastamos uns bons momentos descansando os pés e admirando o dia ensolarado (raridade) em território dublinense.

St Patricks Cathedral vista do St Patick's Park, Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.
St Patricks Cathedral vista do St Patick’s Park, Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.

Para fechar a lista de atrações do dia, fomos até o Dublin Castle.

Além de ser uma construção belíssima, cujas primeiras construções do complexo datam do século XIII, é interessante verificar o contraste entre o castelo e alguns prédios em frente.

Dublin Castle - Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.
Dublin Castle – Dublin. Foto por Adriano Donato Couto.

E é isso… Espero que tenham gostado!

Dublin é uma cidade maravilhosa, repleta de pubs e atrações para os boêmios, mas vai muito além disso. Apesar de ter pouco mais de 540 mil habitantes, a capital abriga muita cultura, exemplos de arquitetura de diferentes períodos da história e um mix variado de povos.

Não é à toa que ela é hoje um dos principais destinos de brasileiros que desejam estudar inglês no exterior.

Aliás, passear por lá, em certo momentos, te traz de volta ao Brasil. É possível ver muito cidadão tupiniquim no batente em diferentes estabelecimentos, sempre bastante cordiais e prontos para auxiliar em caso de dúvida sobre alguma coisa.

 

Arrivederci! 🙂

[Dicas  – Dia 1DIA 2]