Barcelona: um roteiro completo (parte 4/5)

Font Mágica de Montjuïc Font Mágica de Montjuïc

O quarto dia em Barcelona começou aproveitando mais um pouco de praia perto de Barceloneta, como já contei nos outros textos do roteiro pela cidade.

Voltando de lá, porém, resolvi conhecer o cemitério mais famoso de Barcelona: Cementiri de Montjuïc. Inaugurado em 1883, este enorme espaço encravado em um dos lados do monte Montjuïc foi aberto para atender à crescente demanda da cidade, que já não poderia ser atendida com o já existente (e menor) cemitério de Poblenou.

Abaixo, uma sequência de fotos do local, que publiquei no Instagram do blog:

 

 

Para chegar ao cemitério, como explicado no site da administração, há duas opções de ônibus: 21 (todos os dias) e 107 (apenas em feriados, percorrendo o interior do local). É importante, obviamente, observar o horário de funcionamento de lá (disponível no mesmo site), que em outubro de 2019 está divulgado como sendo entre as 8 e 18 horas, de segunda a sexta-feira.

Não é um passeio que agradará a todos, já que traz uma sensação de tristeza pela energia do lugar, mas é um local interessante para quem se interessa por arquitetura e arte fúnebre.

Além da beleza de lá, há ainda túmulos de vários cidadãos famosos da capital catalã, como o artista Joan Miró.

Deixando o cemitério para trás, mas permanecendo no monte Montjuïc, peguei um Cabify até o Mirador de l’Alcalde, uma área de observação da cidade dentro de um parque bem simpático. A vista de lá, vale ressaltar, foi uma das melhores que tive da cidade em todo o período da viagem.

Vista a partir do Mirador de l'Alcalde. Na foto, tudo fica bem menor do que vendo pessoalmente, mas é possível ver (da esquerda para a direita): a Basílica de La Sagrada Família, a Torre Glòries (prédio em formato que lembra um pepino), o  Monumento a Cristóvão Colombo e vários outros pontos da cidade. Foto de Adriano Donato Couto.
Vista a partir do Mirador de l’Alcalde. Na foto, tudo fica bem menor do que vendo pessoalmente, mas é possível ver (da esquerda para a direita): a Basílica de La Sagrada Família, a Torre Glòries (prédio em formato que lembra um pepino), o Monumento a Cristóvão Colombo e vários outros pontos da cidade. Foto de Adriano Donato Couto.

Vale dar também uma volta pelas redondezas e curtir o clima ameno debaixo das árvores dali. Para quem quiser pular o cemitério e visitar o miradouro vindo direto da cidade, o Funicular de Montjuïc (uma espécie de bondinho) é uma boa opção.

Nas redondezas, entre o miradouro e o cemitério, está o Castell de Montjuïc, antiga fortaleza militar que já serviu também como prisão. O preço dos ingressos é 5 euros e a visita segue horários de abertura diferentes dependendo da época do ano. Para ter uma informação mais atualizada, é melhor consultar o site oficial. Todo primeiro domingo do mês é de entrada gratuita. Nos demais domingos, o acesso é gratuito a partir das 15 horas.

Infelizmente, por conta do horário, acabei não conseguindo visitar o castelo. Acontece!

Andando a partir do miradouro, segui até o Teatre Grec. Apesar do visual semelhante aos antigos teatros gregos, a construção foi concluída em 1929, na ocasião da Exposição Universal na cidade. Exceto por um período sem atividade após a Guerra Civil Espanhola, o local recebe atrações com certa frequência. O teatro em si é bonito, mas são os jardins nas imediações que acabam por capturar a atenção dos visitantes.

Se você não tiver muita paciência para caminhar, especialmente em locais de descida e subida íngremes, pode ser que o percurso entre o miradouro e o teatro não lhe agrade.

Ao deixar o local, o foco se voltou para a principal atração do dia: Font Mágica de Montjuïc.

A enorme fonte é ligada em horários específicos, em horários que mudam de tempos em tempos.

Na ocasião da visita, cheguei a divulgar na página do blog no Fabebook dois vídeos ao vivo da apresentação. Abaixo, compartilho um deles:

 

A Font Mágica é um espetáculo lindo, com música, movimentação coordenada das águas e um lindo festival de luzes.

O acesso é livre, o que torna a atração extremamente concorrida. Os horários de apresentação podem ser conferidos no site oficial (coluna “Observacions”). Oficialmente, são duas apresentações, com início da segunda apresentação após 30 minutos do início da primeira, mas eu não vi a divisão delas. No fim, é um show total de pelo menos uma hora de duração.

Para garantir um lugar para se sentar nas escadarias que levam ao Museu Nacional d’ Art de Catalunya (MNAC), local ótimo para assistir ao espetáculo, é bom chegar pelo menos uma hora mais cedo do que aquela da primeira apresentação.

Para chegar à região, procure no mapa pela estação mais próxima do metrô: a Plaça d’ Espanya.

E por hoje é só! No próximo domingo, encerrarei os textos com roteiro na cidade. Espero que estejam gostando! Se quiser, comente abaixo o que está achando do roteiro até agora…

Arrivederci! 🙂

 

Roteiro completo de 5 dias por Barcelona

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