Quarto livro: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se / The Subtle Art of Not Giving A F*ck

Capa de "The Subtle Art of Not Giving a F*ck". Todos os direitos reservados ao autor do livro, às editoras e outros responsáveis diretos ou indiretos pela obra.
Capa de “The Subtle Art of Not Giving a F*ck”. Todos os direitos reservados ao autor do livro, às editoras e outros responsáveis diretos ou indiretos pela obra.

Quem acompanha o blog há algum tempo já sabe que eu me propus a retomar o hábito da leitura este ano.

Aproveitando o desafio, também defini que estes livros seriam em inglês, já que quero continuar melhorando minha fluência no idioma, principalmente na amplitude de vocabulário.

Quer ver todos os livros? Basta clicar aqui.

Metas são lindas no papel, não é mesmo?

Fato é que eu percebi no segundo ou terceiro livro que o objetivo de 12 obras em inglês em 2019 para quem não tinha mais o hábito leitura de livros era um pouco ambicioso.

Por fim, decidi que continuaria a empreitada, focando desta vez na reconstrução do hábito, em uma tentativa de organizar melhor minha rotina corrida em Londres e aproveitar o tempo que sobrasse com algo mais útil.

Para o quarto ciclo, escolhi um trabalho que muita gente já deve conhecer: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se: uma estratégia inusitada para uma vida melhor (no original em inglês, The Subtle Art of Not Giving a F*ck: A Counterintuitive Approach to Living a Good Life).

Escrito por Mark Manson, foi traduzido por Joana Faro no Brasil, tendo sido lançado pela editora Intrínseca em 2017.

O livro busca, de certa maneira, ser o oposto dos livros de autoajuda tradicionais. Logo, ele é menos sobre arregaçar as mangas para carregar o mundo nas costas e mais sobre aprender que falhas também têm importância e nem tudo na vida merece seu suor e suas lágrimas.

Um dos pontos de destaque é que o autor apresenta tudo isso de forma descontraída, informal e até mesmo com alguns palavrões. Pelo menos na versão em inglês, que foi a que eu li.

Se você tem se sentido estressado, sobrecarregado com as tarefas diárias ou mesmo incapaz de lidar com os objetivos que elaborou (e as expectativas que eles trazem), esta pode ser uma boa opção de leitura.

Obviamente, esta obra não tem o peso científico ou a abrangência de um profissional da psicologia, por exemplo, mas é uma ferramenta legal e que só acrescenta.

E é isso…

Encerro a sequência de livros em inglês deste ano com a obra de hoje, mas já estou continuando a leitura.

Desta vez, começo de forma mais leve e fluida, com um clássico brasileiro que não sei ainda por que não havia lido antes: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

É um dos maiores clássicos da literatura brasileira, vez ou outra aparecia no meu radar, mas nunca antes havia entrado nos meus planos concretos de leitura.

Quer me acompanhar? Ele está disponível aqui no Portal Domínio Público, site mantido pelo governo federal brasileiro que reúne esta e várias outras obras, sejam textos, imagens, vídeos ou sons, de diferentes autores e origens.

O que os itens deste acervo têm em comum é o acesso livre a quem quiser conferi-los, já que não mais possuem restrições de distribuição por questões de direitos autorais.

O desafio de leitura em inglês deste ano já terminou, mas volto por aqui com outros livros quando achar que fazem sentido no blog.

O aprendizado principal deste desafio, sem sombra de dúvidas, é o de que não se deve estabelecer metas ambiciosas demais quando o objetivo é que uma atividade seja prazerosa e livre de stress.

A vida já te exige demais!

O mais importante, creio eu, já aconteceu: adicionei o hábito de leitura novamente à minha vida.

Não é constante, não segue uma rotina rígida, mas se tornou algo orgânico e do qual sinto falta quando fico muito tempo sem praticar.

E você, já leu A Sutil Arte de Ligar o F*da-se? Me conte o que achou!

Arrivederci! 🙂