Se você já me acompanha há algum tempo, viu que 2018 foi um ano “insano” na minha vida.

Me mudei mais de uma vez de país e de trabalho e passei por vários desafios.

O ano de 2019 também não foi dos mais calmos…

Me mudei definitivamente para Londres neste ano. Antes, havia morado por pouco mais de um mês em AirBnBs na cidade onde trabalho, que fica bem próxima da capital britânica.

Dica: como alugar um apartamento em Londres?

A partir daí, minha vida estaria mais estabelecida, com um local alugado por pelo menos um ano e meu emprego já se consolidando.

Só que a vida nos traz surpresas, não é mesmo? Por conta disso, quero trazer aqui para vocês um pouco do que foi minha trajetória neste ano já quase “velho”.

Photo by Thomas Kelley on Unsplash.
Photo by Thomas Kelley on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de conversar com você, que por algum motivo caiu aqui no blog, sobre algo que tem me preocupado bastante: o avanço do ceticismo em relação à ciência.

Nos últimos anos, é notório o fortalecimento de movimentos antivacina, em defesa da terra plana, que contestam as Ciências Humanas, que atacam as Artes e que criam no Brasil teorias radicais contra as universidades (principalmente as públicas), escolas e, mais do que nunca, contra os professores.

Photo by Eva Darron on Unsplash.
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No dia 25 de abril de 2018, embarquei em Guarulhos (São Paulo), em voo com destino à Lisboa. Cheguei em terras lusitanas na manhã do dia 26, com muita expectativa e várias dúvidas.

Depois de sete meses por lá, decidi que ali já não fazia tanto sentido, então fiz minhas malas e segui para o Reino Unido, onde estou atualmente.

Na semana que passou, em férias no Brasil, completei um ano desde que me despedi do país onde nasci.

Nesse meio tempo, aprendi muita coisa e gostaria  de compartilhar com vocês…

Photo by Andy Falconer on Unsplash.
Photo by Andy Falconer on Unsplash.

Olá,

Seguindo o mesmo espírito do post da semana passada, gostaria hoje de refletir com vocês sobre um tema que eu creio que todo cidadão deveria analisar: privilégios.

Na atual polarização do Brasil, não adianta: é falar em privilégios que o povo torce a cara, se estressa e enumera as inúmeras batalhas cotidianas que foram necessárias para chegar onde está hoje (ou onde pretende chegar).