Você se esqueceu na gaveta de novo?

Map, camera and compass - Photo by Chris Lawton on Unsplash
Photo by Chris Lawton on Unsplash

Olá!

Hoje o assunto será daquelas conversas de terapia boteco. Já parou pra pensar no quanto de você fica guardado todos os dias, sem uso ou destaque?

Comecemos por mim. Eu adoro viajar, mas raramente o faço. Imagino uma centena de lugares que gostaria de visitar, mas raramente reservo tempo e dinheiro para realizar estes desejos. Com o passar dos dias, vou me esquecendo de cada um dos destinos desejáveis e sigo em frente.

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Pesquisando sobre antepassados: por quê?

Livros. Chatsworth House. Photo by Thomas Kelley on Unsplash
Photo by Thomas Kelley on Unsplash

Olá!

Para muitos que passam por aqui, uma dúvida deve pairar no ar: por que alguém iria pesquisar sobre seus antepassados? Qual a graça de procurar, muitas vezes em livros repletos de poeira, um monte de nomes, datas, locais e acontecimentos de anos ou mesmo séculos atrás?

Tentando esclarecer essa dúvida, contarei um pouco sobre o início do meu interesse pelos meus bisavós, trisavós e demais ramos da família.

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Família Couto: ajudando a fundar uma comunidade

Sagres, Portugal - Photo by Valentino Funghi on Unsplash
Sagres, Portugal – Photo by Valentino Funghi on Unsplash

Hoje falaremos sobre a família cuja história descobri mais recentemente. Por esta razão, é a árvore (entre as já pesquisadas) que conheço menos.

A família Couto, da minha parte paterna, é original de Portugal. Ao contrário dos Donà e dos Sartori, os Couto não vieram com seu núcleo completo. Primeiramente, veio Luís da Silva Couto. Seus irmãos, Antônio e José, vieram apenas mais tarde.

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Família Sartori: noaleses povoam a Zona da Mata Mineira

Veneza
Veneza, Itália – Photo by Jace Grandinetti on Unsplash

Depois de contar aqui sobre a família Donà, do meu antepassado Sebastião Donato (na Itália, Sebastiano Giovanni Donà), é hora de falar da família Sartori.

A família Sartori chegou ao Brasil em 1888, tendo se hospedado na Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora-MG. Curiosamente, eles chegaram no dia em que a família Donà estava saindo do estabelecimento. Outra curiosidade é que eles eram “vizinhos” na Itália, já que moravam em comuni que ficam lado a lado, apesar de estarem em províncias diferentes. Noale fica na província de Veneza, região do Veneto.

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Família Donà/Donato: da Itália para Minas Gerais

Stonehouse
Photo by Marc Zimmer on Unsplash

Olá! Tudo bem? Hoje iremos falar sobre a origem de parte da minha família materna. Mais especificamente, falaremos sobre a família Donà.

Em 1888, chega uma família de sobrenome Donà na Hospedaria Horta Barbosa, um estabelecimento para o acolhimento de imigrantes, em Juiz de Fora-MG. Neste local, as famílias eram cadastradas, permaneciam alguns dias e seguiam para seu destino programado. Segundo consta na ficha de registro, a família chegou ao Brasil através do vapor Cheribon.

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Olá! Tudo bem por aí?

Não, este título não é muito formal. A ideia, porém, é justamente fugir do excessivamente padronizado.
Nas próximas postagens, esse espaço abordará vários temas. A princípio, comentarei sobre meus antepassados na Itália e em Portugal, de que vila ou cidade eles vieram e outros detalhes sobre o tema.
Nesse meio tempo, conheceremos juntos as localidades onde alguns deles nasceram. É provável que falemos sobre isso entre setembro e outubro.
Como não se viaja o ano todo, nossa conversa se expandirá e poderemos falar de outros assuntos.
Questões muito espinhosas serão evitadas sempre que possível, pois a ideia é justamente manter uma conversa um pouco próxima de uma prosa descompromissada.
No interior de Minas, onde nasci, qualquer conversa descontraída é geralmente acompanhada de um café, uma broa de milho e várias outras guloseimas. Foi justamente essa a inspiração pro nome do blog.
Então pega um cafezinho e senta pra gente conversar… E é pra falar também, viu? Seja discordando ou complementando o que foi dito em alguma postagem, o blog estará sempre aberto a comentários. A gente só não remove a moderação dos comentários pra “evitar a fadiga”, né? Não teria a menor graça, e acho que vocês também concordam, gerar aquele cenário de guerra que se vê nos comentários de alguns portais da internet.

Então é isso… Até logo!