Photo by Jonathan Farber on Unsplash.
Photo by Jonathan Farber on Unsplash.

Olá!

Depois que me mudei para Londres e comecei a conhecer a cidade e conversar com amigos daqui, cheguei a uma conclusão fácil e (como toda generalização) possivelmente equivocada: a culinária não é um ponto forte do país.

E isto não é algo só meu! Se você sair para perguntar a pessoas não nativas por Londres, a maioria vai afirmar realmente isso: não há uma culinária típica muito forte por aqui! Eles comeriam muita coisa baseada na culinária indiana e só.

Só que todo povo faz algo para comer, geralmente típico da região, então algo me inquietava: britânicos não podem viver apenas de fish & chips, que eu já citei no guia fácil sobre restaurantes em Londres.

Mas se eles precisam ter alguma culinária típica, o que seria?

Photo by Romain Vignes on Unsplash.
Photo by Romain Vignes on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de comentar sobre algumas diferenças bacanas entre o inglês britânico e o americano.

Acho que pode lhe ajudar de alguma forma caso pense em vir ao Reino Unido, já que no Brasil, de um modo geral, a gente tem acesso com mais frequência a escolas baseadas no vocabulário americano, além da inundação de conteúdo estadunidense na cultura e nas artes em geral.

Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.
Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.

Para quem visita Londres, uma das coisas que pode vir primeiro à cabeça são os musicais.

A região de West End é vizinha à Central London e concentra a atividade de teatros da cidade. Se for para dizer qual foi o início dessa região neste tipo de atividade, a fundação do Theatre Royal Drury Lane em 1663 é um bom argumento.

Photo by Thomas Kelley on Unsplash.
Photo by Thomas Kelley on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de conversar com você, que por algum motivo caiu aqui no blog, sobre algo que tem me preocupado bastante: o avanço do ceticismo em relação à ciência.

Nos últimos anos, é notório o fortalecimento de movimentos antivacina, em defesa da terra plana, que contestam as Ciências Humanas, que atacam as Artes e que criam no Brasil teorias radicais contra as universidades (principalmente as públicas), escolas e, mais do que nunca, contra os professores.

Photo by Eva Darron on Unsplash.
Photo by Eva Darron on Unsplash.

No dia 25 de abril de 2018, embarquei em Guarulhos (São Paulo), em voo com destino à Lisboa. Cheguei em terras lusitanas na manhã do dia 26, com muita expectativa e várias dúvidas.

Depois de sete meses por lá, decidi que ali já não fazia tanto sentido, então fiz minhas malas e segui para o Reino Unido, onde estou atualmente.

Na semana que passou, em férias no Brasil, completei um ano desde que me despedi do país onde nasci.

Nesse meio tempo, aprendi muita coisa e gostaria  de compartilhar com vocês…

The tattoist of Auschwitz - Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.
The tattoist of Auschwitz – Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.

Olá!

Conforme eu comentei aqui, me propus este ano a ler pelo menos 12 livros em inglês em 2019, reativando meu hábito de leitura.

O primeiro livro foi leve e de leitura rápida, pois se tratava de um trabalho mais voltado para o público infantil. O livro de agora, porém, é bem mais denso.

Seu vocabulário é mais amplo, a história é bem mais pesada e a leitura, um pouco mais difícil.

O tatuador de Auschwitz foi escrito por Heather Morris, escritora neozelandesa que vive na Austrália.