Quem passeia por Londres nem sempre entende bem a lógica de tarifas de transporte público e/ou quais as opções disponíveis na cidade.

Apesar de ser uma metrópole muito bem conectada e com serviços que funcionam satisfatoriamente, o grande número de meios de transporte, os tipos de tarifação e a possibilidade de integração pode deixar até mesmo os residentes um pouco perdidos.

No texto de hoje, quero te ajudar a entender melhor sobre o tema.

Se você já me acompanha há algum tempo, viu que 2018 foi um ano “insano” na minha vida.

Me mudei mais de uma vez de país e de trabalho e passei por vários desafios.

O ano de 2019 também não foi dos mais calmos…

Me mudei definitivamente para Londres neste ano. Antes, havia morado por pouco mais de um mês em AirBnBs na cidade onde trabalho, que fica bem próxima da capital britânica.

Dica: como alugar um apartamento em Londres?

A partir daí, minha vida estaria mais estabelecida, com um local alugado por pelo menos um ano e meu emprego já se consolidando.

Só que a vida nos traz surpresas, não é mesmo? Por conta disso, quero trazer aqui para vocês um pouco do que foi minha trajetória neste ano já quase “velho”.

Para quem mora em uma grande metrópole, — ou apenas visita alguma a passeio — a presença de um serviço de metrô é quase óbvia.

Quando a cidade em questão é Londres, felizmente, tem-se um serviço bem completo à disposição: inúmeras linhas de metrô, overground (“metrô” de superfície), bonde elétrico, ônibus, trens urbanos e serviço de aluguel de bicicletas.