West End: alguns musicais da Broadway londrina e truques para pagar menos

Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.
Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.

Para quem visita Londres, uma das coisas que pode vir primeiro à cabeça são os musicais.

A região de West End é vizinha à Central London e concentra a atividade de teatros da cidade. Se for para dizer qual foi o início dessa região neste tipo de atividade, a fundação do Theatre Royal Drury Lane em 1663 é um bom argumento.

Qual a nossa parcela de culpa no avanço da anticiência?

Photo by Thomas Kelley on Unsplash.
Photo by Thomas Kelley on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de conversar com você, que por algum motivo caiu aqui no blog, sobre algo que tem me preocupado bastante: o avanço do ceticismo em relação à ciência.

Nos últimos anos, é notório o fortalecimento de movimentos antivacina, em defesa da terra plana, que contestam as Ciências Humanas, que atacam as Artes e que criam no Brasil teorias radicais contra as universidades (principalmente as públicas), escolas e, mais do que nunca, contra os professores.

Um ano no exterior: o que concluí até aqui

Photo by Eva Darron on Unsplash.
Photo by Eva Darron on Unsplash.

No dia 25 de abril de 2018, embarquei em Guarulhos (São Paulo), em voo com destino à Lisboa. Cheguei em terras lusitanas na manhã do dia 26, com muita expectativa e várias dúvidas.

Depois de sete meses por lá, decidi que ali já não fazia tanto sentido, então fiz minhas malas e segui para o Reino Unido, onde estou atualmente.

Na semana que passou, em férias no Brasil, completei um ano desde que me despedi do país onde nasci.

Nesse meio tempo, aprendi muita coisa e gostaria  de compartilhar com vocês…

Segundo livro: O tatuador de Auschwitz / The tattooist of Auschwitz

The tattoist of Auschwitz - Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.
The tattoist of Auschwitz – Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.

Olá!

Conforme eu comentei aqui, me propus este ano a ler pelo menos 12 livros em inglês em 2019, reativando meu hábito de leitura.

O primeiro livro foi leve e de leitura rápida, pois se tratava de um trabalho mais voltado para o público infantil. O livro de agora, porém, é bem mais denso.

Seu vocabulário é mais amplo, a história é bem mais pesada e a leitura, um pouco mais difícil.

O tatuador de Auschwitz foi escrito por Heather Morris, escritora neozelandesa que vive na Austrália.

Brasil, meu querido, quanto tempo!

Photo by Rafaela Biazi on Unsplash.
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Olá!

Nesta semana, se tudo ocorrer como esperado, embarco para o Brasil para matar as saudades da família, dos amigos e da terra onde nasci e fui criado.

Já estou meio emotivo há alguns dias, ansioso e apreensivo pela viagem, mas também pelo tchau (mesmo que por pouco tempo), para o local que me acolheu há alguns meses: o Reino Unido.

Quatro meses no Reino Unido: qual a minha experiência até aqui

Photo by Mike Stezycki on Unsplash.
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Olá!

Hoje eu gostaria de fazer uma análise rápida do que eu já percebi vivendo no Reino Unido.

Até agora, morei apenas um mês fora de Londres, em Hatfield, uma cidade pequena que fica próxima da capital. É lá que fica a sede da empresa onde trabalho, então fiquei em AirBnBs por lá até encontrar algo definitivo em Londres.

No comecinho de janeiro, me mudei de mala e cuia para a capital da Inglaterra, em um bairro na zona norte da cidade.

Se eu estou onde estou, foi porque eu mereci! Analisando privilégios

Photo by Andy Falconer on Unsplash.
Photo by Andy Falconer on Unsplash.

Olá,

Seguindo o mesmo espírito do post da semana passada, gostaria hoje de refletir com vocês sobre um tema que eu creio que todo cidadão deveria analisar: privilégios.

Na atual polarização do Brasil, não adianta: é falar em privilégios que o povo torce a cara, se estressa e enumera as inúmeras batalhas cotidianas que foram necessárias para chegar onde está hoje (ou onde pretende chegar).

Quem tem medo do feminismo? Por que ele não deveria assustar ninguém

Photo by Hello I'm Nik on Unsplash.
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Olá!

Hoje, passado mais um Dia Internacional da Mulher, eu gostaria de convidar você leitor ou leitora para uma reflexão: por que motivo  o feminismo é ainda hoje fonte de medo, repulsa ou ódio na sociedade?

Antes de discutir algumas coisas que penso sobre o tema, vale uma ressalva: esse movimento é, por definição e direito, das mulheres. Eu não tenho o lugar de fala, não represento o movimento, mas respeito e apoio a luta das mulheres sempre que posso.