Olá!
Após contar um pouquinho da parte não tão glamourosa da viagem, gostaria de trazer um resumo do que consegui conhecer de Londres na minha primeira visita à cidade.
Como comentei no texto anterior, meu hotel ficava nas proximidades da estação Bethnal Green do underground. E é justamente ali pertinho que fica o primeiro ponto do meu itinerário: V&A Museum of Childhood (ou Victoria & Albert Museum).
Focado principalmente na evolução dos brinquedos (e da forma de brincar) no decorrer da história, você poderá encontrar brinquedos desde uns dois séculos atrás até alguns mais recentes.
É impressionante observar o quanto os produtos para o público infantil mudaram. De madeira, pena, tecidos e outros materiais mais básicos para plástico e outros ingredientes sintéticos, por exemplo.
Como a maioria (se não forem todos) os museus de Londres, a entrada é gratuita. Se desejar, porém, você pode fazer uma doação.
Depois de sair do museu, resolvi ir para a região de Westminster, onde pude conhecer o Big Ben (também conhecido como Elizabeth Tower), ou quase isso, já que ele está coberto para reformas. Junto da torre, pode-se conferir a Casa do Parlamento, que fica no Palácio de Westminster. O prédio é rico em detalhes e fica à beira do rio Tâmisa. Lindo demais!
Ali nas proximidades também fica a Abadia de Westminster, famosa por ser o local de casamentos como o de Príncipe William e Kate Middleton. Muito além desse “detalhe”, a igreja é lindíssima e vale a visita.
No dia seguinte, e primeiro dia completo na cidade, resolvi começar o meu percurso pela Tower Bridge, talvez a mais famosa ponte da cidade. Com parte elevável para a passagem de barcos, é um dos cartões-postais da cidade. A estrutura é lindíssima, com robustas vigas de metal.
Saindo dali, tomei um café em um quiosque enquanto admirava a Tower of London, um palácio bastante bonito, que diz-se ser o local responsável por guardar as joias da coroa.
Saindo dali, fui para a região de Soho. Próxima de estúdios e demais empresas ligadas ao cinema e ao teatro, a região também é um dos pontos mais conhecidos da cidade para o público LGBT.
Pouco à frente pode-se visitar a Piccadilly Circus, uma praça que é um dos pontos mais movimentados de Londres. Em uma das ruas que termina na praça, pode-se ver enormes telões de propaganda, tradicionais no local.
Perto dali, se você é fã de chocolate, fica a M&M’s World, loja enorme das famosas pastilhas de chocolate com casquinha colorida. Há mais de um andar, com uma infinidade de produtos da marca.
Saindo da área pela rua Piccadilly, vê-se logo o Green Park, enorme área verde que dá acesso ao Queen Victoria Memorial, monumento lindíssimo.
Ao lado, o Palácio de Buckingham, residência oficial da rainha e principal local de trabalho. É ali um dos palácios onde se consegue assistir à Troca da Guarda.
Saindo desse local, aproveitei para visitar a Trafalgar Square, praça em homenagem à vitória britânica na Batalha de Trafalgar (1805), que envolvia a Marinha Britânica contra Espanha e França nas Guerras Napoleônicas. No meio da praça, há a Coluna de Nelson, em homenagem a um dos principais comandantes britânicos naquelas batalhas, vitimado justamente durante a Batalha de Trafalgar.
Neste ponto, terminei o passeio e voltei para o hotel.
No dia seguinte, aproveitei para conhecer um dos museus mais famosos da cidade: Natural History Museum. Com estrutura enorme, o museu tem ricas coleções sobre a formação do solo, fenômenos sísmicos, uso de minerais, metais e outros elementos no planeta, achados referentes aos hominídeos que passaram por aqui antes de nós e outros temas relacionados. Vale a pena a visita!
Como nos demais museus, a entrada é franca, mas é bom chegar preparado para filas!
A região, aliás, tem vários outros museus. Vale conferir com antecedência para preparar o roteiro.
Saindo dali, segui para a icônica (e caríssima) Harrods, loja luxuosa e de prédio lindíssimo. Em uma das partes do piso térreo há uma loja de doces e chocolates que é uma perdição!
Mudando novamente, segui diretamente para o Hyde Park, parque enorme e cheio de surpresas.
A primeira delas é a Fonte Memorial Princesa Diana de Gales (Diana Princess of Wales Memorial Fountain). É uma estrutura oval por onde passa um curso d’água. Embora seja bonito, é um monumento simples.
Ali ao lado há o The Serpentine, lago recreativo lindíssimo, repleto de aves.
Passeando por sua borda e passando por baixo de uma ponte que o atravessa, segui poucos minutos e encontrei os Italian Gardens, espaço lindíssimo com fontes e um desenho muito bonito. Ele fica oficialmente na área chamada de Kensington Gardens.
Segundo o que apurei, os Italian Gardens foram construídos nos anos de 1860, como um presente do Príncipe Albert à Rainha Victoria. Para mais informações, basta consultar esse site.
Saindo dali, me encontrei com alguns amigos e fui conhecer a Newport Street Gallery. Nas proximidades da estação Lambeth North da linha Bakerloo de underground, o local não é gigante, mas possui obras interessantes. São geralmente trabalhos mais abstratos e modernos, então não é algo para todos os públicos.
Saindo dali, segui direto para a London Eye (ou The Coca-Cola London Eye, por conta do patrocinador atual). A roda-gigante, também conhecida como Millennium Wheel, é enorme e foi inaugurada em comemoração à virada do milênio, de 31 de dezembro de 1999 para 1º de janeiro de 2000.
O valor dos ingressos depende do pacote contratado e da antecedência, mas vale muito a pena! Ela oferece uma visão da cidade fora do comum!
Eu escolhi comprar os ingressos para o horário das 20:30, pegando um período já com menos luz do sol e com as luzes da cidade acesas. Foi espetacular! Vale verificar o horário do por do sol na época que você for visitar a cidade e comprar perto desse horário. Se der sorte de ter tempo limpo, será excelente.
E assim terminou meu passeio…
No dia seguinte, me preparei, fiz check-out e segui para o aeroporto, já com saudade da cidade. Embora caótica como toda metrópole, é uma cidade interessantíssima.
Oyster Card
Se você for utilizar os serviços de transporte público (altamente recomendado), verifique sobre o Oyster Card, o cartão de transporte de lá. Para viagens curtas, ele é melhor do que as opções semanais, por exemplo.
Segui as dicas do “Londres para Principiantes” aqui e aqui e foi tudo muito bom! Se você possui cartão com libras e que tenha NFC (contactless), dá para usá-lo no lugar do Oyster card, inclusive.
E você, já teve a oportunidade de visitar a cidade? Qual ponto acha que eu deveria visitar em uma próxima viagem à Londres?
Arrivederci! 🙂
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