Segundo livro: O tatuador de Auschwitz / The tattooist of Auschwitz

The tattoist of Auschwitz - Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.
The tattoist of Auschwitz – Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.

Olá!

Conforme eu comentei aqui, me propus este ano a ler pelo menos 12 livros em inglês em 2019, reativando meu hábito de leitura.

O primeiro livro foi leve e de leitura rápida, pois se tratava de um trabalho mais voltado para o público infantil. O livro de agora, porém, é bem mais denso.

Seu vocabulário é mais amplo, a história é bem mais pesada e a leitura, um pouco mais difícil.

O tatuador de Auschwitz foi escrito por Heather Morris, escritora neozelandesa que vive na Austrália. Continuar lendo Segundo livro: O tatuador de Auschwitz / The tattooist of Auschwitz

Brasil, meu querido, quanto tempo!

Photo by Rafaela Biazi on Unsplash.
Photo by Rafaela Biazi on Unsplash.

Olá!

Nesta semana, se tudo ocorrer como esperado, embarco para o Brasil para matar as saudades da família, dos amigos e da terra onde nasci e fui criado.

Já estou meio emotivo há alguns dias, ansioso e apreensivo pela viagem, mas também pelo tchau (mesmo que por pouco tempo), para o local que me acolheu há alguns meses: o Reino Unido. Continuar lendo Brasil, meu querido, quanto tempo!

Londres: algumas opções fáceis e certeiras para comer e beber

Photo by Robin Stickel on Unsplash.
Photo by Robin Stickel on Unsplash.

Olá!

Passeando por Londres em 2018, me lembro de ter sentido certa dificuldade para encontrar lugares para comer.

Veja bem…

Não faltam restaurantes na cidade, mas o turista recém-chegado pode sentir dificuldades ao ver tantas opções. Não raramente, elas são bem caras e envolvem fritura ou curry, o que pode não ser a melhor pedida para o estômago de alguns.

Diante disso, hoje eu gostaria de citar alguns lugares que parecem óbvios para mim agora, mas que só fui conhecendo com o tempo.

Nada contra aquele hambúrguer padrão das redes americanas, que a gente já conhece lá no Brasil. Só que você provavelmente quer tentar outras opções por aqui, não é mesmo?

Segue então as principais opções que já experimentei por aqui:

Restaurantes

Leon: oferecem algumas refeições em caixinhas bem legais. Eles têm uma pegada mais saudável, evitando frituras, por exemplo. Só observe atentamente a possível presença de coriander (coentro), ginger (gengibre) ou com toque spicy (picante), que nem todo mundo curte. Britânico, quando diz que um prato tem pimenta, não brinca em serviço!

Pret A Manger: seguindo conceito similar ao Leon, também oferecem um cardápio saudável e variado. Possuem também algumas opções de sopa em potinhos.

EAT.: como os outros colegas acima, o EAT. oferece sopas, tortas, grelhados, saladas, sucos e opções para o café da manhã que pesam menos na consciência.

Itsu: opção de restaurante japonês bem conhecida dos londrinos, oferecem pratos a um preço razoável. Se você, assim como eu, ainda não encara um peixe cru com tanta destreza, fique tranquilo: há opções para você também.

Japan Centre: com menos lojas do que os restaurantes acima, oferece um mercadinho de produtos japoneses bem completo, além de opções prontas ou pratos quentes preparados na hora.

Nando’s: a rede surgiu na África do Sul e se diz especializada em pratos de frango “estilo português”. Gosto bastante da comida deles, mas é preciso ficar atento ao nível de “apimentado” que você quer.

Honest Burgers: hamburgueria com um ambiente bacana e preço razoável. A opção vegana, da Beyond Meat, pode assustar os veganos de plantão. É muito parecida com um hambúrguer tradicional, na textura e no sabor. As batatas fritas (no Reino Unido, chips) vêm com alecrim (rosemary).

Byron Hamburgers: outra hamburgueria bem legal, possui lojas por toda a Inglaterra, além de unidades na capital da Escócia.

Dumplings’ Legend: autodeclarado cantonês (culinária do sul da China). A equipe não parecia muito feliz e arrumava as mesas assim que as pessoas começavam a sair das cadeiras, mas eles são educados, a comida é saborosa e o preço não assusta.

Pubs

Os pubs que geralmente frequento ficam em Finsbury Park, região onde moro. Apesar disso, tenho duas opções bem legais no centro de Londres, que visitei e curti bastante.

O’Neill’s: Pub irlandês muito conhecido, o que faz com que filas enormes sejam quase rotina. A unidade do Soho, nas proximidades da Chinatown, é bem bacana!

Punch & Judy: este pub estilo inglês fica no Covent Garden, um centro comercial bem estiloso. O ambiente é agradável e vive lotado.

Regiões

Chinatown: como o nome já diz, é uma região tipicamente chinesa dentro de Londres. Há vários restaurantes interessantes. Na dúvida, porém, vale dar uma olhadinha no TripAdvisor ou outros sites de avaliação. Como em qualquer lugar, nem todas as opões são bacanas. É importante observar que vários restaurantes só aceitam pagamento em espécie (cash), então é melhor sacar algum dinheiro antes de entrar.

Camden Market: localizado na região de Camden Town, que a Amy Winehouse frequentava bastante, o mercado possui muitas opções de comida. Há também lojas de antiguidades, roupas e suvenires. O espaço de eventos, FEST Camden, fica onde era o antigo hospital de cavalos. O mercado, aliás, é também conhecido como Stables Market, pois funciona onde antigamente existia um conjunto de estábulos.

Covent Garden Market: já citado acima no Punch & Judy, decidi falar dele diretamente diretamente aqui porque o espaço merece. Um mercadinho muito simpático, rodeado de flores e bancos de madeira. No interior, alguns restaurantes, lojinhas diversas, cafés, lojas de vestuário e cosméticos, além de uma simpática loja de chás/cafés mais gourmet, a Whittard.

Extra: vinho francês em um ambiente todo descontraído

Le Beaujolais: com gravatas, uma bicicleta e canecas penduradas no teto, o lugar tem uma iluminação reduzida, formando um ambiente bem aconchegante. É aquele tipo de lugar para levar o crush e passar um tempinho degustando vinhos. Não é barato, mas vale a pena pela experiência e pelo leque de opções que eles têm. Há itens da culinária francesa, mas também dá para pedir algo de restaurantes próximos para acompanhar os vinhos da casa.

E é isso!

Como disse no começo, algumas das opções citadas podem ser bastante óbvias para quem mora aqui, mas salvam o turista desavisado das cadeias mais famosas de fast food, que a gente já conhece desde sempre.

Conhece alguma outra opção bacana? Conte pra mim nos comentários!

Arrivederci! 🙂

Quatro meses no Reino Unido: qual a minha experiência até aqui

Photo by Mike Stezycki on Unsplash.
Photo by Mike Stezycki on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de fazer uma análise rápida do que eu já percebi vivendo no Reino Unido.

Até agora, morei apenas um mês fora de Londres, em Hatfield, uma cidade pequena que fica próxima da capital. É lá que fica a sede da empresa onde trabalho, então fiquei em AirBnBs por lá até encontrar algo definitivo em Londres.

No comecinho de janeiro, me mudei de mala e cuia para a capital da Inglaterra, em um bairro na zona norte da cidade. Continuar lendo Quatro meses no Reino Unido: qual a minha experiência até aqui

Se eu estou onde estou, foi porque eu mereci! Analisando privilégios

Photo by Andy Falconer on Unsplash.
Photo by Andy Falconer on Unsplash.

Olá,

Seguindo o mesmo espírito do post da semana passada, gostaria hoje de refletir com vocês sobre um tema que eu creio que todo cidadão deveria analisar: privilégios.

Na atual polarização do Brasil, não adianta: é falar em privilégios que o povo torce a cara, se estressa e enumera as inúmeras batalhas cotidianas que foram necessárias para chegar onde está hoje (ou onde pretende chegar). Continuar lendo Se eu estou onde estou, foi porque eu mereci! Analisando privilégios

Quem tem medo do feminismo? Por que ele não deveria assustar ninguém

Photo by Hello I'm Nik on Unsplash.
Photo by Hello I’m Nik on Unsplash.

Olá!

Hoje, passado mais um Dia Internacional da Mulher, eu gostaria de convidar você leitor ou leitora para uma reflexão: por que motivo  o feminismo é ainda hoje fonte de medo, repulsa ou ódio na sociedade?

Antes de discutir algumas coisas que penso sobre o tema, vale uma ressalva: esse movimento é, por definição e direito, das mulheres. Eu não tenho o lugar de fala, não represento o movimento, mas respeito e apoio a luta das mulheres sempre que posso. Continuar lendo Quem tem medo do feminismo? Por que ele não deveria assustar ninguém