Quem já viu meus textos anteriores sobre Londres já sabe que os museus são, no geral, de entrada gratuita.

Há exceções, como exibições especiais e temporárias, mas o acervo fixo geralmente não exige pagamento de ingresso.

O problema é que a cidade é um lugar caro, então convivemos com a máxima de que os museus são de graça, mas muitas das outras atrações são caríssimas.

Um Homem Chamado Ove - Fredrik Backman. Tradução por Paulo Chagas. Fonte da imagem: Grupo Companhia das Letras. Todos os direitos reservados aos responsáveis.
Um Homem Chamado Ove – Fredrik Backman. Tradução por Paulo Chagas. Fonte da imagem: Grupo Companhia das Letras Todos os direitos reservados aos responsáveis.

Como quem acompanha aqui já deve saber, eu me impus o desafio de ler 12 livros em inglês em 2019.

Fiz isso porque quero aprimorar minha habilidade com o idioma e também porque quero retomar um hábito que abandonei por muito tempo: leitura de livros. Leio notícias, fofocas, memes e tudo mais diariamente, mas deixei de lado a rotina diária da companhia de um bom livro. E me arrependo disso.

Photo by Jonathan Farber on Unsplash.
Photo by Jonathan Farber on Unsplash.

Olá!

Depois que me mudei para Londres e comecei a conhecer a cidade e conversar com amigos daqui, cheguei a uma conclusão fácil e (como toda generalização) possivelmente equivocada: a culinária não é um ponto forte do país.

E isto não é algo só meu! Se você sair para perguntar a pessoas não nativas por Londres, a maioria vai afirmar realmente isso: não há uma culinária típica muito forte por aqui! Eles comeriam muita coisa baseada na culinária indiana e só.

Só que todo povo faz algo para comer, geralmente típico da região, então algo me inquietava: britânicos não podem viver apenas de fish & chips, que eu já citei no guia fácil sobre restaurantes em Londres.

Mas se eles precisam ter alguma culinária típica, o que seria?

Photo by Romain Vignes on Unsplash.
Photo by Romain Vignes on Unsplash.

Olá!

Hoje eu gostaria de comentar sobre algumas diferenças bacanas entre o inglês britânico e o americano.

Acho que pode lhe ajudar de alguma forma caso pense em vir ao Reino Unido, já que no Brasil, de um modo geral, a gente tem acesso com mais frequência a escolas baseadas no vocabulário americano, além da inundação de conteúdo estadunidense na cultura e nas artes em geral.

Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.
Todos os direitos reservados à Disney e demais organizadores do espetáculo. Fonte da imagem: https://aladdinthemusical.co.uk/about-the-show/. Acesso em: 12/05/2019.

Para quem visita Londres, uma das coisas que pode vir primeiro à cabeça são os musicais.

A região de West End é vizinha à Central London e concentra a atividade de teatros da cidade. Se for para dizer qual foi o início dessa região neste tipo de atividade, a fundação do Theatre Royal Drury Lane em 1663 é um bom argumento.

The tattoist of Auschwitz - Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.
The tattoist of Auschwitz – Heather Morris. Foto de uma das versões de capa. Todos os direitos reservados à autora, Heather Morris, e a todos os demais envolvidos na confecção do livro.

Olá!

Conforme eu comentei aqui, me propus este ano a ler pelo menos 12 livros em inglês em 2019, reativando meu hábito de leitura.

O primeiro livro foi leve e de leitura rápida, pois se tratava de um trabalho mais voltado para o público infantil. O livro de agora, porém, é bem mais denso.

Seu vocabulário é mais amplo, a história é bem mais pesada e a leitura, um pouco mais difícil.

O tatuador de Auschwitz foi escrito por Heather Morris, escritora neozelandesa que vive na Austrália.