Quem passeia por Londres nem sempre entende bem a lógica de tarifas de transporte público e/ou quais as opções disponíveis na cidade.

Apesar de ser uma metrópole muito bem conectada e com serviços que funcionam satisfatoriamente, o grande número de meios de transporte, os tipos de tarifação e a possibilidade de integração pode deixar até mesmo os residentes um pouco perdidos.

No texto de hoje, quero te ajudar a entender melhor sobre o tema.

Capa de "The Subtle Art of Not Giving a F*ck". Todos os direitos reservados ao autor do livro, às editoras e outros responsáveis diretos ou indiretos pela obra.
Capa de “The Subtle Art of Not Giving a F*ck”. Todos os direitos reservados ao autor do livro, às editoras e outros responsáveis diretos ou indiretos pela obra.

Quem acompanha o blog há algum tempo já sabe que eu me propus a retomar o hábito da leitura este ano.

Aproveitando o desafio, também defini que estes livros seriam em inglês, já que quero continuar melhorando minha fluência no idioma, principalmente na amplitude de vocabulário.

Quem já viu meus textos anteriores sobre Londres já sabe que os museus são, no geral, de entrada gratuita.

Há exceções, como exibições especiais e temporárias, mas o acervo fixo geralmente não exige pagamento de ingresso.

O problema é que a cidade é um lugar caro, então convivemos com a máxima de que os museus são de graça, mas muitas das outras atrações são caríssimas.